Boas víndas!

Linha do Tempo

III Simposio MPV

III Simpósio Internacional Merleau-Ponty Vivo:

Int&rlocuções Merleaufreireanas
&
Iª Reunião da Rede de Pesquisadores(as) e Grupos de Pesquisas na interlocução de Maurice Merleau-Ponty e Paulo Freire

Acontecerá na Universidade Federal de Mato Grosso

QUANDO TUDO COMEÇOU?

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COMO FORAM OS SIMPÓSIO ANTERIORES?

 

RETROSPECTIVA: 

Estudávamos na Universidade, no Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais e Educação (GPMSE) formado e sustentado pela Professora Dra. Artemis Torres, desde sua vinda do doutorado com Francisco Fernández Buey da Pompeo Fabra (Espanha), estudando espaços educativos no interior dos Movimentos Sociais Populares. Nos seminários da Pós Graduação Mestrado e mais tarde Doutorado, foi inciada a articulação de alguns conceitos da fenomenologia com Clifford Geertz, autor de referência, com a antropologia interpretativista, cultivada na Universidade pela Professora Dra. Livre docente Maria de Lurdes Bandeira de Lamonica Freire a interlocução entre o intepretavismo de Clifford Geertz e o Filósofo Maurice Merleau-Ponty, concentrados na leitura de uma obra dele, a Fenomenologia da Percepção. Destes estudo voltamo-nos a pesquisas centradas em conceitos básicos de fenomenologia. Estes estudos cresceram e se ampliaram. Houve interesse nos professores e professoras que vinham a Bancas na UFMT, os resultados destes estudos. Sentimo-no cobrados de aprofundá-los.

 

“I Simpósio Internacional Merleau-Ponty Vivo aos 50 Anos de sua Morte – Percurso ao Redor da Fenomenologia”

O primeiro Simpósio ocorreu na aniversário de Morte de Cinquenta anos do Filósofo Francês Maurice Merleau-Ponty Vivo e contou com o apoio do Instituto Humanitas da Universidade do Rio dos Sinos, pela Revista IHU ON LINE, cuja edição a focalizou o tema, em sua edição temática, ao mesmo tempo que compartilhou a vinda do Economista Francês Serge Latouche, que fez parte dos especialistas que estiveram no evento de Universidades de todo o país, e cujo evento teve enorme impacto. Permanece ON LINE pela colaboração direta na memória do evento, três conferências fundamentais: a de Serge Latouche, a de Fabio Di Clemente (UFES) e a da Filósofa Creusa Capalbo, que estão no seguinte link de acesso, por contribuição direta da ASCOM, da Universidade Federal de Mato Grosso, da TV UNIVERSITÁRIA sob coordenação do Professor Dr. Diélcio Moreira.

 

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Esta Revista foi organizada pelo Instituto Humanitas Unisinos como colaboração e intercambio através do Centro Burnier Fé e Justiça dos Jesuítas de Cuiabá com o  Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais e Educação (GPMSE). De sorte que sugestões de nossa parte e do acervo de pessoas acessadas pelo IHU-ON LINE, foram realizadas entrevistas – inclusive com MAURO CARBONE – editor da Revista Intenacional Trilingue de Fenomenologia Merleaupontyana (http://www.filosofia.unimi.it/~chiasmi/) Porf. Dr. Sérgio Carbone – celebrando os cinquenta anos de morte de Maurice Merleau-Ponty, neste Simpósio, soldado aos noventa anos de nascimento do Prof. Dr. Paulo Freire. Tratava-se de um mútua cooperação que incluía  a contribuição do mesmo Instituto através de seu Diretor Inácio Neuztzling da vinda do Professor Sérgio Latouche no evento da Grupo de Pesquisa Movimentos Sociais e Educação (GPMSE), neste nosso Simpósio.

Programação do I Simpósio Internacional Merleau-Ponty Vivo: 09-11/09/2011

 

FOLDER DO I SIMPÓSIO INTERNACIONAL MERLEAU-PONTY VIVO:

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Prof. Dr. Fabio Di Clemente (UFMT). Atualmente professor da UFES

Merleau-Ponty nasce em 14 de março de 1908, em Rochefort sur Mer, em França. Falece em Paris aos 53 anos, em 3 de maio de 1961, vítima de um ataque cardíaco. Estuda e gradua-se em filosofia na École Normal Supérieure em 1930; instituição onde conhece Jean Paul Sartre. Depois de exercer o cargo de professor nos Liceus de Beauvais (1931-1933) e de Chartres (1934-1935), é nomeado “agrégé-répétiteur” na École Normal Supérieure, onde ensina de 1935 a 1939. Com a eclosão da guerra, serve o exército francês como oficial de infantaria. Desmobilizado o exército francês por causa da ocupação alemã, volta a ensinar em alguns Liceus em Paris. Durante a Segunda Guerra Mundial, com Sartre, forma um pequeno grupo chamado “Socialismo e liberdade”, para lutar contra a ocupação nazista. Terminada a guerra, passa a lecionar na Universidade de Lyon (1945). Com Sartre, em 1945 funda o importante periódico político-literário “Les Temps Modernes”; iniciativa editorial que causa em seguida entre os dois amigos tensões, silêncios, afastamentos. Em 1948, novamente com Sartre, Merleau-Ponty funda um novo partido político socialista, o RDR (Reunião Democrática Revolucionária), com o intuito de não se identificar nem com o comunismo, nem com o anticomunismo. O partido teve pouco êxito diante do então dominante PCF (Partido Comunista Francês). De 1949 a 1952, leciona na Sorbonne. Desse ensino resultam cursos de grande abrangência, com ênfase em questões de relevância psicológica, psicanalítica, pedagógica, antropológica e sociológica. Em 1952, obtém a cátedra de filosofia no Collège de France, a maior instituição universitária francesa, onde leciona até o ano de sua morte. A filosofia de Merleau-Ponty alimenta-se, entre outras tantas fontes, do diálogo contínuo com a chamada filosofia clássica francesa e com Edmund Husserl e Martin Heidegger, assim como das pesquisas provenientes de outras áreas, entre as quais cabe destacar a psicologia (em particular, os estudos da psicologia da forma e da psicologia da criança), a psicanálise, a linguística (em particular, a de Fernand de Saussure), as pesquisas da física moderna e em âmbito biológico (em particular, os estudos zoológicos de Jakob von Uexküll, de anatomia do comportamento de George Ellett Coghill, de embriologia do comportamento de Arnold Gesell e Catherine Strunk Amatruda). Como muitos outros jovens intelectuais franceses do final dos anos 30, interessa-se pela dialética de Hegel e do jovem Marx, cujos escritos conduzem a voltar, após a Primeira Guerra Mundial, à questão do humanismo. Mas, como poucos, empreende o caminho da “paciência do conceito”, para poder pensar o “conceito sem destruí-lo” nas várias áreas, como as das ciências naturais, sociais e humanas, da literatura, das artes plásticas, do cinema. Diante do “discurso confuso” da história, tanto da história das ideias como dos povos, lida com as descobertas científicas, reabilitando o diálogo com as “provocações” da ciência; atravessa as promessas contidas num “humanismo em expansão”, contra um “humanismo de compressão”, superando até mesmo o dualismo excludente interno à alternativa entre violência e não violência, entre valores e fatos, na vertente da violência capitalista e da violência comunista; enfim, persegue um grande projeto antidualista e antirreducionista, voltando até a pintura de Leonardo Da Vinci: pensada na obra do gênio italiano explicitamente sob forma de filosofia, essa pintura se tornou – ao ver do filosofo francês – o anúncio de uma frequentação dos inúmeros lados da Natureza, entendida como “solo” (Boden) da nossa relação antidualista e antirreducionista com os outros seres e entes. A fecundidade contida na  abrangência da interrogação merleau-pontiana pode ser apreciada hoje não apenas nas questões centrais da Filosofia, mas também em relação às ciências e a todos os outros saberes. Se, no passado, foi muito menos conhecido do que o amigo Jean Paul Sartre, sobretudo desde as últimas três décadas, Merleau-Ponty é unanimemente considerado como uns dos maiores pensadores do século XX pela sua leitura crítica ‘radical’ da condição humana, cujo ‘impensado’ ainda precisa ser pensado.                                                                                                                                      VÍDEOS DO

SIMPÓSIO INTERNACIONAL MERLEAU-PONTY VIVO: TVU-UFMT/GPMSE/GEMPO/IHU As conferências abaixo compartilhadas fazem parte do Acervo do Grupo de Pesquisa GPMSE/GEMPO da Universidade Federal de Mato Grosso/Brasil, realizados e disponibilizada por nós para compartilhamento ou incorporação durante evento de Celebração do Cinquenta anos de morte do Filósofo em Novembro de 2011.

1. CONFERÊNCIA DE ABERTURA: Prof. Dr. Fábio Di Clemente RESUMO: Palestra “Vida, Natureza e Carne. O grande projeto antidualista antirreducionista na obra de Merleau-Ponty”, ministrada pelo professor Pábio Di Clemente. A palestra ocorreu entre os dias 10 e 12 de novembro de 2011, no “Simpósio Internacional Merleau-Ponty”, uma homenagem organizada pelo Grupo de Estudos em Educação e Merleu-Ponty (Gempo) ao filósofo, morto há cinquenta anos, mas ainda hoje com pensamentos pujantes na academia. (I Parte e seguintes)

http://luizaugustopassos.com.br/painelradio/?page_id=65 (Veja e Ouça a abertura do Simpósio e esta conferência)*-*-*

CONFERÊNCIA DE ABERTURA: Prof. Drª. Creusa Capalbo (UERJ) RESUMO: Palestra “Maurice Merleau-Ponty e sua contribuição para os dias atuais”, da professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Creusa Capalbo. A palestra ocorreu entre os dias 10 e 12 de novembro de 2011, no “Simpósio Internacional Merleau-Ponty”, uma homenagem organizada pelo Grupo de Estudos em Educação e Merleu-Ponty (Gempo) ao filósofo, morto há cinquenta anos, mas ainda hoje com pensamentos pujantes na academia. (I PARTE e seguintes)

CONFERÊNCIA DE ABERTURA: Prof. Dr. Serge Latouche RESUMO RESUMO Palestra “Natureza: problemáticas econômicas e antropológicas”, ministrada pelo professor Serge Latouche, da Universidade de Paris XI. A palestra ocorreu entre os dias 10 e 12 de novembro de 2011, no “Simpósio Internacional Merleau-Ponty”, uma homenagem organizada pelo Grupo de Estudos em Educação e Merleau-Ponty (Gempo) ao filósofo, morto há cinquenta anos, mas ainda hoje com pensamentos pujantes na academia. (I PARTE e seguintes)

 

Tradução de vinhetas pelo Professor Fabio Di Clemente.

Programação Completa

Dia 09/9 – segunda-feira

14h às 15h45min. Conferência

Lucha por la vida o lucha por el reconocimiento. El problema del origen de lo comum entre Hegel y Merleau-Ponty. Prof. Dr. Antonio Firenze (UPF/ES)

16h45min. Intervalo

I Painel

Devaneios sobre o texto de Mauss a Lévi-Strauss e Merleau-Ponty. Prof. Dr. Levi Marques Pereira – UFGD/MS.

Uma pedagogia afro-ibérica-índígena latino-americana: impossibilidades ou possibilidade? Prof. Dr. Jovino Pizzi – UFPEL/RS.

Quais foram as contribuições mais importantes de Joel Martins para a fenomenologia merleaupontyana? Profª. Dra. Helena Vitória Sposito – PUCSP


Razão, corpo, existência e formação humana em Merleau-Ponty: contribuições para a descolonidade do fazer pedagógico. Prof. Dr. Adão José Peixoto – UFG

Dia 10/09 – Pela manhã:

Conferência 08h às 10h.

 La descolonización del saber en la educación, desde la perspectiva intercultural.  El caso de la experiencia educativa en la Amazonía peruana.  Prof. Dr. José Marín – Universidade de Genebra (Suíça)

A (des)colonização e africanidade original na perspectiva da Ética da Libertação de Enrique DusselProf. Dr. Jandir João Zanotelli – Brasil/UFPEL/RS

10h. II Painel

Tema Perspectivas das colonialidades e (des)colonialidades das Infâncias e Adolescências –  Profª. Dra. Nádia Ruiz Silveira – Núcleo de Trabalho Popular NTC-PUC/SP (20)

Tema Profª. Dra. Maria Stela Santos GracianiPerspectivas Libertadoras do Estado Popular Democrático Núcleo de Trabalho Popular NTC-PUC/SP. (20)

O pensamento da fenomenologia de Merleau-Ponty e Clifford Geertz – UFMT/MT. Profª. Dra. Livre Docente Maria de Lourdes Bandeira de Lamônica Freire – (20)

O Direito da fenomenologia de Merleau-Ponty ser recriada como uma fenomenologia dos trópicos. Prof. Dr. Luiz Augusto Passos UFMT/GEMPO/GPMSE/MT. (20)

A tarde – 14h as 16h

Há elementos em Merleau-Ponty que permitisse sua tradução/recriação contemporânea à situação político da américa caribenha, afro-indígena, em fidelidade à sua fenomenologia?   Profª. Dra. Creusa Capalbo – UERJ

A música enquanto linguagem: uma etnografia educacional na fenomenologia merleaupontyana. Prof. Dr. Guilherme Romanelli – UFPR

Dia 11/09 – Manhã

III Painel 09h40 às 12h.

EDUCAÇÃO POPULAR E ESTADO – PROF. DR. IVANDRO DA COSTA SALES (UFPE).

Considerações históricas acerca das Colonialidades e (des)colonialidades Prof. Dr. Vitale Joanoni Neto – UFMT/MT.

Colonialidades e descolonialidades no Mato Grosso. Prof. Dr. João Carlos Barrozo.

IV Painel – 14h as 16h

Mara Tondin Fenomenologia Merleaupontyana e Consultório de rua em Cuiabá.

Janaína Lúcia Rodrigues. Equoterapia e Fenomenologia Merleaupontyana

Zilma Franco. O Ceja e dimensões da Fenomenologia Merleaupontyana

Raquel Martins Fernandes.  A menina dos olhos de Deus e a fenomenologia

V – Painel

A tarde – 16 às 18 hs

Priscila O. Xavier Scudder: Condenados e fenomenologia (20)

Maria Liete Alves Silva: O discurso ambiental e a presença dos grandes ideais. (20)

AdrianaWernek Regina: Mito Panará e Fenomenologia (20)

Maria Aparecida Rezende: A pesquisa voltada para uma metodologia Merleaupontyana. (20)

Síntese: Fabio Di Clemente e Luiz Augusto Passos

 

Visite a nova página do II Simpósio.

II Simpósio Internacional Merleau-Ponty Vivo na (des)Colonialidades das Práticas, dos Saberes e Poderes

Arte de Claudyo Casares, artista plástico que tem desenvolvido uma arte voltada a temas da antropologia, cultura e arte popular, e tema polêmicos. Sua arte tangencia conceitos importante como o de quiasma utilizado por Merleau-Ponty. Claudyo desenvolveu releitura da Dança de Matisse, no I Simpósio Internacional Merleau-Ponty VIVO – aos cinquenta anos da morte do filósofo em 2011. Claudyo nos doa sua arte, numa condensação que retoma A Dança de Matisse, a uma arte sua premiada no exterior, denominada “O Jantar da Globalização”. Esta composição contou com a computação gráfica de Matheus Aurélio. Será a arte de evocação do II SIMPÓSIO MERLEAU-PONTY VIVO NA (DES)COLONIALIDADES DAS PRÁTICAS, DOS SABERES E PODERES”
Prof. Luiz Augusto Passos